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EDIÇÃO NÚMERO 57 - 13 DE OUTUBRO DE 2005

PADROEIRA DO BRASIL,
PROFESSOR E CRIANÇA

Essa é uma semana ímpar. Em tempos de guerras, desavenças e conflitos globalizados, pensar e refletir sobre fé, professores e crianças, traz um pouco de pureza ao mundo.
Quem de nós nunca sonhou em ver todas as crianças do mundo nas escolas, sendo educadas por professores? Ao lembrarmos do nosso tempo de criança, inevitavelmente, associamos aos nossos momentos de escola e lembramos de nossos professores. Somos felizardos em poder ter essa lembrança. Esse é sem dúvida o ponto de partida para que possamos ter um mundo melhor.
Afinal, todos nós, independentes de ideologias diferentes ou de dificuldades diversas,  na maioria dos momentos de nossas vidas, atuamos ora como professores ora como crianças.
Centralizando no ambiente acadêmico, que é o foco “principal” do FM, nas salas de aula, é comum agirmos como crianças: brincando, rindo e descontraindo. Nas paqueras dos corredores, todos nos transformamos em verdadeiras crianças. Quem de nós nunca foi chamado à atenção pelos professores por agir como crianças, nas salas de aulas, por estarmos conversando sem parar, por estarmos mexendo com o colega ao lado ou simplesmente, por sermos nós mesmos?
Por outro lado, também é comum nos transformarmos em verdadeiros professores, auxiliando colegas, participando das aulas e dando exemplos práticos de nossa vida profissional.
É gratificante ver um professor passando seus conhecimentos aos alunos, com sabedoria, seriedade e responsabilidade, mas também, é saboroso perceber esse mesmo professor se transformando em criança durante as aulas e, contando piadas, brincando e sorrindo.
No entanto, o mais gratificante é quando ocorre confraternização de idéias,  respeito de posicionamentos, aceitação de críticas e convergência de brincadeiras.
Em nossas vidas, essa associação de podermos ser quase que ao mesmo tempo professores e crianças, nos dá ânimo e força para enfrentarmos os momentos difíceis e até mesmo para superarmos esses momentos com maiores facilidades.
O FM se sente muito à vontade em abordar esse tema pois, desde o início de suas atividades, sempre tem procurado aliar bom humor e responsabilidade, respeitando ao extremo todas as nossas crianças da Faculdade Novos Horizontes. Através da participação de todos os nossos colaboradores e entusiastas, visamos ao entrelaçamento de educadores e educandos, na tentativa de proporcionar a alegria de ser criança ao ler nossas edição e, concomitantemente, a responsabilidade de ser professor ao refletir sobre os temas abordados.
O Baile do dia 15/10 está aí. Vamos todos exercer nosso direito de sermos crianças, nesse dia!  Somos todos professores e crianças. Que viva nossos professores, todos do mundo! Que viva nossas crianças, todas do mundo! Esse é o futuro que esperamos para o mundo. Que a Padroeira do Brasil nos proteja!

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