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PORQUE OS ALUNO(S) NÃO ASSISTE(M) PALESTRA(S), NÉ?
Não é da nossa cultura assistir palestra, né? Infelizmente, no primeiro e segundo grau(s), poucas são as palestra(s) que os aluno(s) tem a oportunidade de assistir. Mesmo assim, quando acontecem, acabam tratando de assuntos como droga(s), sexo, AIDS, camisinha, o que é muito pouco para querer que os alunos se sintam a vontade e entusiasmado(s) com palestra, né?
Na faculdade, quando palestra(s) faz(em) parte do dia-a-dia, muitas vezes um tema interessante se torna um "pé no s...." se o palestrante não ajuda, né? E já era pra faculdade ter reparado neste fato, né? Palestrantes como o Sr. César Tavarez, diretor da Vilma Alimentos, ou do Sr. Rodrigo Mascarenhas, da RM Sistemas, ou Professor Roberto, professor de filosofia da FNH, são pouco(s), né? Eles tem o dom de envolver as pessoa(s)' pelo movimento, pelo tesão que eles tem em falar sobre os assunto(s), pela prática que eles tem em se fazer entender, né? Diferente de palestrantes monótono(s), estático(s), enfadonho(s), que se sentem mais importante(s) do que o assunto abordado.
Muitos, inclusive, são dependente(s) de transparência(s) ou slides óbvios, o que é pouco ou quase nada, né?
Mas, talvez, o que mais mata um aluno em uma palestra é a quantidade de "né" que ele tem que ouvir entre uma frase eu outra, né? Isso sem falar na insistência que os palestrante(s) tem em engolir a letra S nas palavra(s).
Que coisa feia, né?
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