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EDIÇÃO NÚMERO 41 - 25 DE MAIO DE 2005

OLHO VIVO
NESSA CRIANÇA
Os boatos são muitos. Desfilam desde a arbitrariedade da direção da FNH, passam pela falta de interesse por parte dos alunos e desembocam na falta de interesse e/ou seriedade dos alunos que efetivamente mexeram nesse queijo.

Fato é que não existe um DA na FNH. Fato é que a FNH não soube criar a motivação necessária para que o DA saísse do papel, não importa por que motivo. A Empresa Jr, se tem apresentado resultados, pouca gente sabe. Ninguém divulga a contento. Os canais de Comunicação da FNH continuam trancados para o público interno. E não estamos falando em censura. Estamos falando em soltar as amarras, se relacionar com o seu público interno, de forma agradável e oficial, de forma envolvente e estimulante. Temos uma comunicação burocrática, de teor institucional. Uma comunicação que não fala com o seu aluno. Não adianta fazer marketing interno apenas com qualidade. Faculdades que não tem qualidade todo mundo conhece e esse não é o caso da FNH. Temos uma faculdade que agrega muito mais qualidades do que defeitos. Alguns defeitos provenientes do próprio amadurecimento da instituição.
Queremos um DA.
Precisamos de alguém que assuma essa tarefa com a responsabilidade que o empreendimento necessita. E não estamos aqui propondo um “DA” opositor, anárquico, revolucionário. Isso, esses três patetas (Cara, Carinha e Canalha) já fazem um pouquinho. Estamos falando de um DA que caminhe com a faculdade, que institua uma convivência democrática que colabore com o crescimento e desenvolvimento da FNH, muitas vezes absorvendo e filtrando a relação direta com os alunos. Um juizado de pequenas causas de um lado, e de grandes causas do outro lado. Precisamos que a FNH faça comunicação com ação, ação gera envolvimento, envolvimento gera movimento, movimento gera interação. Eventos como o Momento de Interação deveriam receber mais destaque, procurando criar brechas em horários mais interessantes. Que, em acordo com os professores, fosse aberta uma pequena lacuna de meia hora nas primeiras aulas das quartas-feiras, ou por que não nas segundas-feiras, por sistema de rodízio, que permitissem que os alunos e os professores participassem dessa atividade bastante interessante.

A FNH não está mais engatinhando. Ela já aprendeu a andar e já começa a querer correr. Tem que ter alguém de olho nessa criança.

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