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EDIÇÃO NÚMERO 38 - 05 DE MAIO DE 2005
JÁ TEM FERAS SOLTAS
Na edição 36, quando a coluna "O Canalha fala mesmo" divulgou alguns possíveis discursos de professores na fase pós-retorno de avaliação do grupo focal. Existia a idéia - e intenção - de criar um espírito apaziguador, precipitando, quem sabe, uma possível "pré-auto-avaliação" (bonito isso) em relação às possibilidades de resultados. Era pra acalmar os ânimos, criar um clima favorável e descontraído para o evento.
Lamentavelmente, alguns daqueles personagens deram o ar da graça. Felizmente, a grande maioria sequer faz parte daqueles exemplos caricatos, demonstrando ter assimilado a seriedade e a evolução deste processo focal. Não podemos esquecer, também, a imaturidade, subjetividade e personalização que existe nos alunos participantes do grupo focal.
Com todas as negativas quando o sorteio (às vezes convocação) é feito, quem participa do processo não deixa de aproveitar a oportunidade de tomar partidos e, firmar posições até ‘fantasiosas’ em relação ao andamento das matérias, relação com professores, críticas aos métodos e, não raro, assuntos que nada dizem respeito ou acrescentam ao propósito do grupo focal. O sentimento geral é de que o "filtro" às informações coletadas é muito menos rigoroso do que o retorno dado aos professores. Coisas "desimportantes" recebem um grau de atenção superior a fatos realmente significativos, cujas soluções evitariam desgastes desnecessários. Que se façam mudanças nos critérios de escolha do grupo focal.
Dois endereços na internet –
http://www.adolec.br/.../cap09.htm e http://www.fae.ufmg.br/escplural/grupofocal.htm - falam sobre constituição do grupo focal, onde destacamos a última frase do item quatro no primeiro endereço e o terceiro parágrafo também do item 4 no segundo endereço, onde falam, respectivamente, sobre a possibilidade da pré-seleção de um grupo (acreditamos que até os professores poderiam ajudar nisso) e sobre a utilização de dados complementares obtidos através de outros instrumentos. Mais uma vez, nosso intuito é contribuir com o ambiente acadêmico, externando opiniões que não tem o objetivo de atribuir culpas ou culpados. Entendemos que o Faculdade Mental é um canal de comunicação que pertence a todos, aos que o lêem semanalmente e aos que não lêem qualquer jornal. Através do humor e da irreverência, mas também da contundência e da opinião sincera, deixamos nossa mensagem de estima e interesse por essa imensa comunidade chamada Novos Horizontes. Professores, são novos os horizontes. Vamos a eles”.

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